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A literatura a respeito do Grau 18°. Cavaleiro Rosa Cruz ou Cavaleiro da Águia Branca e do Pelicano, do Rito Escocês Antigo e Aceito e da Instituição “Rosa e Crucis” (Amorc) é escassa.
Há certa confusão com o nome Rosa Cruz, vez que, os próprios maçons fazem confusão, crendo, alguns que o Grau 18° originou-se da Amorc (Anciente Mystical Order Rosae Crucis).
A antiga e Mística Ordem Rosa Cruz, surgiu no ao 1614 e por mais antiga que possa ser, não o é mais que a Maçonaria.
Embora os Graus Filosóficos tenham surgido no século XVIII, o Grau dos Cavaleiros Rosa Cruz, foi inspirado na vida de Jesus, o Cristo, dela extraindo, apenas, alguns conceito que são contidos em todos os 33 Graus do Rito.
O presente trabalho visa, simplesmente , comparar o Grau 18 com a filosofia da Amorc, motivo porque procedemos à várias transcrições.
Coloca, os ao final, o Ritual do Grau 18 abstraindo as parte consideradas “Sigilosas”.
Lendo-se esse Ritual constata-se que o Grau 19 não é um Grau religioso, mas “cavalheiresco”, ligado aos Cavaleiros da Távola Redondo, da Idade Média.
Com a publicação, Julgamos não ter transgredido as normas Maçônicas do sigilo, eis que , da leitura do Ritual verifica-se que nenhum sigilo há para ser preservado.
O trabalho é resumido para facilitar a consulta.
Esperamos seja do agrado dos leitores e nos supomos à disposição para qualquer, complementar, esclarecimento.
Expressamos nossa gratidão.
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Índice
Apresentação do Autor
Contexto histórico do Grau 18 (Cavaleiro Rosa Cruz)
Relação entre Maçonaria e a Ordem Rosa Cruz (AMORC)
Parte I: Fundamentos Filosóficos
A Religião na Maçonaria
Definição de “Religião” e sua relação com o Princípio Criador
A crença no Grande Arquiteto do Universo
A Vida Futura e a Imortalidade da Alma
Esperança, tolerância e preparação para a morte
A Alma como impulso espiritual
A Busca da Verdade e o Papel da Esperança
A Bondade Maçônica e sua Inspiração Cristã
Referências a Jesus Cristo nos Graus 18 e 33
Simbolismo e Interpretação Esotérica
A Cruz e a Rosa: significados alquímicos e místicos
Interpretações do INRI (Iesus Nazarenus Rex Iudaeorum)
Parte II: Rituais e Simbolismo
O Grau 18 e sua Liturgia
A Paixão de Cristo como símbolo central
A Ceia Mística e sua relação com a Eucaristia
A Cruz e a Rosa na Tradição
Simbolismo da Rosa Mística e da Cruz de Jericó
Documentos Oficiais e Constituições
Grande Manifesto Americano (1915)
Extratos da Constituição da AMORC
Festividades Anuais (Ano Novo Rosacruz, Festa ao Ar Livre)
Rituais Especiais
Cerimônia Funerária
Cerimônia Matrimonial
Ritual de Imposição de Nome a uma Criança
Parte III: Princípios e Deveres do Cavaleiro Rosa Cruz
Deveres Morais e Sociais
Caridade, fraternidade e combate à maledicência
Patriotismo e sacrifício pela Pátria
Conduta na Loja e Cerimônias
Saudação ao Mestre e obrigações ritualísticas
O Sinal da Cruz e sua simbologia
A Eucaristia e a Ceia Mística
Comparação com a liturgia cristã
O Cordeiro Pascal e o simbolismo do pão e vinho
Parte IV: Estrutura Ritualística
As Câmaras do Grau 18
Câmara Negra: Simbolismo das trevas e purificação
Câmara de Suplícios: A Torre e o sacrifício espiritual
Câmara Vermelha: Iluminação e renascimento
Elementos Ritualísticos
A Pramanta (geração do fogo sagrado)
O Crucifixo e as três cruzes do Calvário
A Estrela Flamejante e seu significado
Apêndices
Glossário de Termos Maçônicos e Rosacruzes
Referências Bibliográficas e Citações
Notas do Autor sobre Tradição e Modernidade