A POBREZA

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A pobreza não pode ser confundida com a miséria; o vocábulo pobre significa “falta” e “ausência”.

Será pobre de espírito aquele que negar qualquer posse, atribuindo-o a Deus.

Disse o divino mestre que o pobre de espírito herdará o reino dos céus.

A pobreza pode ser considerada em qualquer sentido: de riquezas, de saúde, de inteligência.

Os templários faziam voto de pobreza, no sentido de não admitirem qualquer posse e não no sentido de penúria.

A negação da posse empobrece e enleva a personalidade; basta que o maçom aceite nada possuir, nada do que ele tem é dele, nenhum bem possui, uma vez que tudo pertence a Deus.

A pobreza, no sentido específico da humildade, é uma virtude recomendada pela maçonaria.

Os bens materiais são os que enferrujam e a traça consome; ao morrermos, nada levaremos para a outra vida, senão o espírito e talvez o conhecimento.

O maçom deve preocupar-se em adquirir bens intelectuais e morais que são permanentes, ou seja, eternos.

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“Escrevo pra ti, maçom ativo.
Escrevo pra ti, maçom adormecido.
Escrevo pra ti, maçom sonolento.
Escrevo pra ti, maçom que crê na existência do Grande Arquiteto do Universo.
Escrevo pra ti, maçom cristão.
Escrevo pra ti, profano de alma maçônica.
Escrevo pra ti, homem sem esperanças!”  DaCamino

Esperamos que as "gotas" que oferecemos, despretensiosamente,
possam servir, como se fossem doses homeopáticas de incentivo e alento