Cavaleiro do Oriente – Grau 15

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Mais uma incrível Obra Digitalizada, do nosso eterno Rizzardo da Camino, um apanhado sobre a Arte Real.

Descubra, no decorrer das paginas grandes ensinamentos do Mestre DaCamino.

Os Graus Capitulares, intermediários entre os Inefáveis e os Filosóficos, constituem a parte mais interessante do Rito Escocês Antigo e Aceito, pela sua vibração e riqueza de conceitos, eis que sua filosofia repousa no Cristianismo.

O Grau. 15, primeiro da série, faz o papel de introdução, remontando aos primórdios da história do povo Hebreu; a sua ligação com o Cristianismo é notada pela preocupação de “uma construção”, ou “edificação”.

Jesus predissera aos seus Discípulos: “Destruí este Templo e o reconstruirei em três dias”; referia-se Ele ao seu próprio Corpo. A tônica da Maçonaria fixa-se em dois pontos: destruição e reconstrução do Templo.

Esse ponto não estancou com a destruição do Grande Templo de Herodes, que foi o terceiro; mas sim, na preocupação de ser reconstruído o QUARTO TEMPLO, quando, o Mundo passará por uma nova fase; assim, pelos menos dizem as Profecias.

Tivemos a preocupação de escrever o livro “PRÍNCEPE ROSA CRUZ E SEUS MISTÉRIOS”, que compreende os graus 16, 17 e 18.

O escrevemos de forma didática, formulando perguntas e orientamos os leitores no sentido de ser o livro lido, tendo ao lado o Ritual.

Assim, o profano não poderá captar a mensagem que permanece privativa aos Maçons; não que possa suceder alguma coisa inconveniente para o profano; trata-se de uma disciplina que todo Maçom observa, de manter em sigilo as partes mais esotéricas.

Os Maçons leitores terão notado que nós não referimos as Palavras Sagradas e de Passe, mantendo-as sigilosas; se tecemos considerações em torno delas, temos o cuidado de exclarecer a ponto de serem postas “a descoberto”.

Considerando que o Grau 15 vinha sendo reclamado pelos leitores, achamos bem editar um: opúsculo, contendo, apenas 38 páginas; agora, nesta segunda edição, ampliamos o trabalho e certamente, numa terceira edição, o trabalho crescerá, até apresentar-se como as demais obras, em um volume maior com a finalidade de acompanhar os demais:

Numa uniformidade que mereça igualdade na estante.

É de todos sabido, que o Rito Escocês Antigo e Aceito, possui 33 Graus e que, os 3 primeiros foram entregues, de há muito, ao Simbolismo, numa separação entre a parte simbólica e a parte filosófica.

Esta decisão, porém, com o passar dos anos, mostrou uma série de inconvenientes.

O mais acentuado é a “deturpação” dos Rituais, pois, inexiste no Simbolismo, um órgão centralizador e fiscalizador, como sucede na parte filosófica que os Rituais e Graus são entregues a vigilância e administração de um Supremo Conselho, em cada país.

O Simbolismo divide-se em Grandes Lojas e Grandes Orientes; estes últimos mantêm uma “uniformidade” ritualística, posto espalhados por todo Brasil e incontáveis Lojas.

Com as Grandes Lojas, não acontece o mesmo, porque em cada Estado da Federação a Grande Loja é soberana e autônoma.

Ela frequentemente, “inova” a ritualística; encontra defeitos e “os corrige”; as “interpretações” variam e os Rituais são impressos de forma independente.

Algumas Grandes Lojas adotam os Rituais de suas co-irmãs, porém, a grande maioria “retoca”, “suprime” e “amplia” os seus Rituais.

Seria desnecessário dizer da situação caótica que essa prática ocasiona, a ponto de um Maçom do Sul, não saber como situar-se em uma Loja do Norte.

Nós, quando escrevemos sobre os Graus, nos mantemos fiéis à sua integridade.

Apenas os comentamos e se achamos defeitos, tecemos a nossa crítica sem proceder a qualquer alteração.

No que diz respeito aos Rituais dos Graus Filosóficos, ou seja do 4 a0 33, não encontramos qualquer dificuldade.

Porém. quando tecemos considerações sobre os três primeiros Graus, é natural que nos refiramos aos Rituais da Grande Loja a que pertencemos.

Seria impossível, escolhermos, por simpatia ou porque possamos julgá-los mais certos, Rituais de outras Grandes Lojas.

Até seria um trabalho penoso se devêssemos “compilar” um único Ritual, consultando todos os Rituais vigentes no País; essa “compilação” teria duração efêmera, porque as Grandes Comissões de Liturgia estão, constantemente alterando pontos aqui e pontos acolá.

Como a “nossa” Grande Loja, acaba de reeditar o seu Manual com alterações substanciosas nos Rituais, nós seguiremos adotando o “antigo” Manual, que contém os Rituais dos Graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre.

Não se trata aqui de “rebelião” por não estarmos de acordo com as alterações; mas de prosseguir uma obra já iniciada.

O segundo aspecto que reputamos “negativo” diz respeito a uma certa “rivalidade” entre os dois Escalões notada em todos os Países.

Entre nós, há Lojas Simbólicas que “repelem” qualquer aproximação e contato com a arte Filosófica.

E o mais curioso é que alguns Maçons em postos de destaque, propalam que a “Maçonaria é somente a parte simbólica”, sendo a filosófica desnecessária e supérflua.

Manter íntegros os Rituais é manter a “tradição”; um Ritual vem implicitamente contido no espírito dos Landmarks; e sabemos que essa base, esse limite não se os pode alterar!

Quebrar a tradição equivale a não compreender o “espírito cavaleiresco” que envolve os Graus Capitulares.

Quando o Maçom ingressa no Grau 15, estará evocando passagens tradicionais, num mergulho de um passado que, ainda subsiste em si.

A nossa preocupação tem sido e continuará sendo, a simplificação do entendimento, para que, os “Cavaleiros” sintam as vibrações do passado nesse misto de aventura e fé cristã.

O Cristianismo, não se limita a ser religião ou uma crença; mas uma filosofia onde o respeito e amor fraternal são os pontos básicos.

Fazemos votos que o leitor maçom se entrose com o pensamento que inspirou os nossos antepassados, na busca de um melhor lugar, sob o Sol, e se possível ap refrigério de uma sombra amena que induza à Paz.